sexta-feira, 27 de março de 2009

Migração da elite paulista para a saúde pública

Em São Paulo está acontecendo uma leve migração dos planos de saúde para os hospitais públicos no que tange as classes sociais A e B. Isto acontece pela busca da alta complexidade oferecida muita das vezes apenas pela saúde pública. Desta forma, a pesquisa feita pelo Ibope durante o mês de janeiro - encomendada pela Secretaria de Estado da Saúde - avaliou 1.600 pacientes (usuários de 34 unidades estaduais) e identificou que um em cada cinco deles é de famílias classes A e B, ou seja, tem renda mensal superior a R$ 7 mil.

"O levantamento mostrou que o Sistema Único de Saúde (SUS) está atraindo um novo perfil de pacientes, um público extremamente exigente. Provável reflexo da crise econômica, que tem levado as pessoas a reduzirem os gastos com planos de saúde, o fenômeno pode ser extremamente positivo para o sistema, já que nos leva a aprimora mais os serviços", avalia Nilson Paschoa, secretário interino de Estado da Saúde.

José Luiz Gomes do Amaral, presidente da Associação Médica Brasileira, acredita que o índice de 21% encontrado na pesquisa evidencia a característica desta parcela da população. "A classe média atual perdeu o status de conseguir financiar questões fundamentais como saúde e educação", diz. "Isso faz com que o SUS precise estar preparado para um público que pressiona e exige qualidade."

Crítica: Sabe-se que vivemos um caos nacional na saúde pública, os motivos desse caos já são deveras conhecidos por toda população, dentre esses conhecidos motivos está o da desproporção entre a grande quantidade de pacientes para uma pequeníssima quantidade e qualidade dos hospitais públicos, assim, como acreditar em dados que trazem um aumento da credibilidade da saúde pública por uma "gama" da sociedade que se diz esclarecida?

Breno Pessoa

terça-feira, 24 de março de 2009

ALERTA AMBIENTAL

O Ministério do Meio Ambiente por intermédio do seu Ministro Carlos Mirc apresentou uma lista dos 36 Municípios responsáveis por um maior nível de desmatamento da Amazônia, nesta lista mostram-se também os 07 Municípios responsáveis por mais de 50% do desmatamento, dentre eles Amarante do Maranhão. A lista dos 07 mais degradadores completa-se com os municípios de Marabá (PA), Pacajá (PA), Itupiranga (PA), Mucajaí (RR), Feliz Natal (MT) e Tailândia (PA). Segundo a reportagem exposta no portal Imirante "Em todos esses (municípios supracitados), houve aumento do desmatamento em relação a 2008, quando foi lançada a primeira portaria com restrições para os 36 municípios que mais desmatam a Amazônia. Segundo Minc, em todos eles também há assentamentos de trabalhadores Sem-Terra”.
Desta feita, os produtores das regiões supracitadas ficam impedidos de adquirir financiamentos agrícolas até uma nova avaliação e autorização do INCRA. Os 36 municípios listados também ficam proibidos de emitir novas licenças ambientais. Para serem excluídos da lista, eles têm de ter concluído 80% do georreferenciamento do seu território e ter reduzido os índices de desmatamento.
Segundo Minc, três municípios estão próximos de serem excluídos da lista, mas ainda precisam concluir o georreferenciamento das propriedades rurais: Alta Floresta (MT), Porto dos Gaúchos (MT) e Nova Maringá (MT).

Breno Pessoa

quarta-feira, 18 de março de 2009

Aumento do Comércio Eletrônico no Brasil


Segundo a e-bit consultoria de comércio eletrônico houve um considerável crescimento no que tange às compras de produtor via on line no ano de 2008, esse crescimento chegou na casa de 30% em comparação com 2007, entretanto, seguio sendo um valor inferior ao de 43% registrado em 2007 frente ao ano anterior.

As transações on line em 2008 chegaram a quantia de R$ 8,2 bilhões, desta forma, segundo o trabalho da empresa consultora, pelo menos 13 milhões de brasileiros já efetuaram ao menos uma compra por via da internet e o valor médio destas chega a R$ 328,00.

O produto que lidera em aquisições pela internet são os livros, já as categorias de saúde e beleza ficam em segundo no ranking dos mais comprados, seguido dos produtos de informática.

As expectativas acerca do crescimento ainda maior desse tipo de aquisição é real, porém sutil, assim, apesar do cenário de crise vivido atualmente, a estimativa para o primeiro semestre é que o comércio eletrônico movimente R$ 4,5 bilhões, R$ 800 milhões a mais que os seis primeiros meses do ano passado.
Breno Pessoa